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Novidades do 6º Congresso

Canecas da Abraji são um dos itens disponíveis para venda nos stands

Por Jessica Mota (2º ano/Mackenzie)

Foto: Vinícius Gorczeski (4º ano/Metodista)

Uma das novidades desta edição do Congresso é a loja com produtos personalizados da Abraji. Pela primeira vez, camisetas, ecobags, canecas, bonés, bloquinhos de nota e canetas podem ser adquiridos. A loja surgiu devido à demanda pelos produtos da associação. “A ideia é difundir o nome da Abraji com produtos que estudantes e jornalistas usem em seus ambientes de estudo e trabalho”, explica Guilherme Alpendre, gerente executivo da Abraji.
Dany Starling, 30, passou na loja e gostou. “Os preços estão bem convidativos”, disse ele. Para Paula Carvalho, 20, os produtos são ideais para guardar uma recordação da experiência no evento. Paula dá a dica de uso da ecobag como forma de guardar o material que os participantes recebem no credenciamento e circular de forma mais confortável no evento. “Fora que ficou super bonito”, diz a estudante.
Para quem não se inscreveu no congresso ou não conseguiu comprar os produtos, a partir do segundo semestre, a Abraji disponibilizará uma loja virtual em seu site http://www.abraji.org.

Camiseta – R$ 25,00
Ecobag – R$ 20,00
Caneca – R$ 12,00
Boné – R$ 10,00
Bloco – R$ 5,00
Caneta – R$ 2,00

Formas de pagamento: Dinheiro no balcão da loja ou cartão de crédito (Mastercard, Visa, American Express) no balcão de credenciamento.

Repórteres do Futuro em ação

Repórteres do Futuro se concentram na primeira manhã de trabalho na Redação

Da Redação

Foto: Luana Copini (4º ano/Mackenzie)

Pelo segundo ano consecutivo, a cobertura do 6º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo está sendo feita pelos integrantes do programa Repórter do Futuro. Nesta edição, são 23 repórteres, a maioria, estudantes de jornalismo. Todos trabalham numa sala adaptada, que está recebendo o nome de “redação”. É lá que eles experimentam as diversas etapas do processo jornalístico, como elaboração de pautas, matérias, edição de fotografias e “eventuais comes e bebes”, diz Luana Copini, que está coordenando o trabalho entre os alunos.

O Projeto Repórter do Futuro é voltado a estudantes de jornalismo que procuram alternativas de autodesenvolvimento fora da academia. É apoiado pela OBORÉ – empresa atuante na área de comunicação popular – , pela Abraji, pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, entre outros parceiros.

O presidente da Abraji, Fernando Rodrigues, e a conselheira da organização, Luciana Kraemer, participam do trabalho, tirando dúvidas e dando suporte aos estudantes envolvidos.

Para Michele Francisco,23, estudante do terceiro ano de jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi, este é um momento de muito aprendizado que possibilita troca de contatos e experiências.

Já para Vinicius Gorczeski,21, estudante do último semestre da universidade Metodista, o Congresso está servindo para agregar conhecimento em áreas específicas do jornalismo investigativo.” É legal para estudantes e até para os que já atuam no mercado. Tem gente renomada assistindo as conferências, foi muito legal vê-los” disse.

Para Maria Clara Lima, estudante do sétimo semestre da UNESP, “está tudo muito organizado, e é um evento altamente relevante para todos os jornalistas formados, ou não formados”.

E isso é só o começo. A redação está, e estará ativa durante todo o Congresso. Com faixa na parede, câmeras á postos, caneta timbrada e muito papel , daqui a pouco eles voltam…No blog, Twitter, Facebook.

Primeiras impressões

Por Jessica Mota (2º ano/Mackenzie)

Ana Claudia Costa, Marcelo Gomes e Cassio Bruno vieram do Rio para aprender e aprimorar técnicas jornalísticas

Eram oito horas quando os participantes começaram a chegar para o credenciamento. São quase 600 inscritos,  muitos deles vieram de outros estados. É o caso de Luisa Pinheiro e Marília Labes, ambas de 19, que chegaram com um grupo de 25 alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Depois de 16 horas de viagem, as duas têm grande expectativa em relação ao Congresso. “Foi difícil escolher as palestras”, diz Marília. Larissa Cabral, 23, da UFSC, também está animada com os debates. Para ela, que está pela primeira vez no Congresso, os temas das palestras são bastante relevantes.
Anna Carolina Pinheiro, 21, gostou tanto do Congresso ano passado, que resolveu repetir. Ela veio de Itu, interior de São Paulo. Ela destaca, da experiência anterior, as novas técnicas e novas fontes que conheceu. “Espero que este ano seja ainda melhor”, fala Anna.
Do Rio de Janeiro, Marcelo Gomes, 29, jornalista do “Extra”, também espera aprender mais ferramentas para desenvolver melhor seu trabalho jornalístico. Ele achou interessante o curso de Introdução à RAC (Reportagem com Auxílio do Computador), ministrado pelo jornalista José Roberto de Toledo (“O Estado de S. Paulo”/”Rede TV”/Abraji). Sua colega, do jornal “O Globo”,  Ana Claudia Costa, 42, veio para conhecer mais sobre termos e outros aspectos do direito no curso Introdução ao Direito para jornalistas, ministrado por Roberto Livianu (MPD).
Brenda Brandão, 30, e Ana Paula Botticchia, 20, vieram de Brasília para participarem pela primeira vez do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo. Elas elogiaram a qualidade do trabalho dos palestrantes e também a organização do evento.