Rosendo Duarte
Por Andrea Rivera (4°ano/ Universidad Carlos III de Madrid/ Intercâmbio na Universidade de São Paulo)
Rosendo Duarte é jornalista e diretor jornalístico da Rádio Tricolor de Salto del Guairá, do Paraguai e correspondente do diário ABC Color de Assunção. Suas publicações abordam corrupção, narcotráfico e ultimamente a presença cada vez mais forte de grupos criminais do Brasil, como o PCC e o Comando Vermelho, no país.
Repórter: O que você achou do Congresso?
Rosendo Duarte: Muito bom. Participei nas palestras WikiLeaks – impactos dos vazamentos para o jornalismo investigativo, Desafios da cobertura política na era Kirchner e também na homenagem a Rosental. Acho legal incentivar e apostar por eventos como este. Estes Congressos servem para intercambiar experiências, e isso o torna legal.
Repórter: Qual é a sua impressão da participação dos assistentes durante a palestra?
R.D.: Na palestra de Gabriel Michi (Desafios da cobertura política na era Kirchner), ninguém falou e achei isso um pouco frio, mas na minha palestra gostei do interesse das pessoas.
Repórter: Que recomendação ou comentário você faria para os participantes no Congresso?
R.D.: É bom lembrar que para o jornalismo de investigação é preciso de uma boa formação e também de uma grande dose de coragem. Os meios de comunicação, hoje, matam a este tipo de jornalista porque existe uma tendência dos jornalistas a nos acomodar; no jornalismo investigativo é totalmente diferente.





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